A expansão dos edifícios com mais de 100 metros de altura tem reforçado a posição de Fortaleza no mercado imobiliário de alto padrão do Brasil. Nesse cenário, a Moura Dubeux aparece na liderança do levantamento da Lopes Immobilis sobre os superprédios da capital, movimento que, segundo a empresa, reflete investimentos em projetos que combinam arquitetura, engenharia e novas experiências de moradia.
Para Eduarda Dubeux, diretora Comercial, de Marketing e CX do Grupo MDNE, o crescimento desse segmento está relacionado à valorização de localizações privilegiadas, à demanda por empreendimentos diferenciados e a um consumidor cada vez mais exigente.
“Hoje, não estamos falando apenas de construir edifícios mais altos, mas de desenvolver projetos que se destaquem pela arquitetura, pela complexidade da engenharia, pela qualidade dos acabamentos, pela sofisticação e pela experiência de morar que proporcionam”, afirma.
A busca por imóveis de alto padrão, explica a diretora, também envolve atributos como vista, privacidade, conforto e bem-estar. Em Fortaleza, a integração com a paisagem é um diferencial importante, especialmente pela presença do mar.
“A altura, por si só, não é suficiente. É preciso que ela esteja associada a um projeto arquitetônico diferenciado, à privacidade, à qualidade dos ambientes, à funcionalidade dos espaços e a soluções que contribuam para o bem-estar dos moradores”, destaca.
A Moura Dubeux busca traduzir essa estratégia em empreendimentos como o Mansão Seara, localizado na Beira-Mar e assinado pelo arquiteto Arthur Casas. Segundo Eduarda, a escolha reforça o compromisso da empresa com uma arquitetura autoral e com projetos que dialoguem com as características de cada cidade. Outros empreendimentos da construtora nesse segmento são o Infinity Fortaleza, o Casa Macêdo e o Vert Macêdo.
Mercado de edifícios altos deve continuar evoluindo
A diretora avalia que Fortaleza deve continuar estimulando a evolução da arquitetura, da engenharia e das soluções aplicadas aos empreendimentos de grande altura.
“Fortaleza já demonstrou sua capacidade de desenvolver projetos de grande complexidade e se tornou uma referência para outras capitais nordestinas quando falamos de edifícios de luxo e de grande altura”, afirma.
Para Eduarda, o desenvolvimento de novos projetos exige planejamento, conhecimento das características de cada região e atenção às demandas dos consumidores. A experiência adquirida na capital também pode contribuir para empreendimentos em outras cidades onde o Grupo MDNE atua.
Um exemplo é o Novo Cais, em Pernambuco, desenvolvido em um terreno com mais de 100 mil metros quadrados e que conta com a participação do arquiteto cearense Daniel Arruda em projetos de fachadas. A iniciativa, segundo a diretora, demonstra como a expertise desenvolvida em Fortaleza pode contribuir para projetos de diferentes escalas e características.
“Mais do que acompanhar uma tendência, queremos contribuir para o desenvolvimento do mercado imobiliário nas cidades em que estamos presentes”, conclui.




















