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Criação de garoupa no Ceará chama atenção de produtores e pesquisadores

Um projeto de criação de garoupa em território cearense vem chamando atenção de pesquisadores e aquicultores no estado e pode se tornar uma alternativa importante de renda para várias regiões do Ceará.

A experiência está sendo desenvolvida no município de Cascavel, e começou efetivamente a funcionar em quatro meses, com a importação de 150 peixes de 150 gramas.

Os resultados são animadores, principalmente porque esse peixe tem um valor expressivo e de grande aceitação no mercado. O quilo da garoupa varia de R$ 30,00 a 40,00; enquanto, na média, a tilápia é vendida a R$ 7,00.

A produção de peixe cultivado no Ceará, por vários fatores, inclusive a prolongada estiagem, estava em declínio – caindo de quase 30 mil toneladas anuais para 6 mil toneladas/ano. “Nosso desejo era apontar opções de produção e a garoupa vem se revelando potencialmente promissora”, avalia o engenheiro de pesca Felipe Matias, que atua como cientista-chefe em projetos de desenvolvimento da aquicultura no Ceará.

Um dado animador, segundo ele, é que a garoupa está se mostrando resistente à criação em cativeiro e pode abrir espaço para inclusão de outras espécies marinhas, que poderiam futuramente até ser criadas no interior cearense. “Ainda são resultados preliminares, mas animadores”, pontua Felipe Matias, que ocupou a função de secretário nacional da pesca.

“Nosso trabalho é atender o setor de pescados cearense, que tradicionalmente figura entre os maiores produtores e exportadores nacionais, mas não restringir esse mercado apenas à tilápia e ao camarão”, acrescenta. “A intenção agora é trazer alevinos (mais novos) para uma avaliação ainda mais precisa de todo o ciclo de desenvolvimento da garoupa em condições de cultivo”.

Felipe Matias destaca que os trabalhos que conduz têm participação das secretarias estaduais de Desenvolvimento Agrário, do Desenvolvimento Econômico e Trabalho, da Ciência, Tecnologia e Educação Superior, e Instituto Centec.

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