O SENAI Ceará deu início, nesta semana, ao Grand Prix SENAI de Inovação – Etapa Escolar 2026, marcando o começo de uma jornada voltada ao desenvolvimento de competências alinhadas às demandas reais da indústria. A programação segue até quinta-feira (2), com atividades realizadas nas unidades do SENAI em Fortaleza (Centro, Barra do Ceará e Parangaba), Maracanaú, Juazeiro do Norte e Sobral.
A iniciativa integra a Saga SENAI de Inovação e reúne estudantes dos cursos de Aprendizagem Industrial e Habilitação Técnica, organizados em equipes de dois a cinco participantes. Durante o evento, os grupos são desafiados a transformar problemas concretos do setor produtivo em soluções aplicáveis, passando por etapas de ideação, pesquisa, desenvolvimento e apresentação final em formato de pitch.
O encerramento contará com a avaliação de uma banca formada por especialistas e representantes de empresas, que irão premiar as melhores propostas.
Com temas que envolvem inovação, tecnologia, energias renováveis, eletroeletrônica, gestão e ferrovia, o Grand Prix reforça o papel da educação profissional como vetor de desenvolvimento industrial. A proposta busca estimular o protagonismo dos alunos e aproximar o ambiente educacional das necessidades do mercado.
Segundo o interlocutor regional da Saga SENAI de Inovação, Anderson Monte, esta etapa representa o ponto de partida dos projetos que podem avançar dentro da jornada. “É o momento de ideação, o início das propostas a partir de demandas reais da indústria. Ao longo dos dias, as equipes amadurecem essas soluções, com potencial para seguir para as próximas fases”, explicou.
Além dos estudantes, o evento também envolve empresas como proponentes dos desafios, fortalecendo a conexão entre formação técnica e prática profissional.
Para a aprendiz Gabrielle Ribeiro, do curso de Operador Ferroviário, a experiência amplia a visão sobre o mercado. “Trabalhar com demandas reais traz muita bagagem e conecta o que aprendemos com o que vamos viver nas empresas”, afirmou.
Na avaliação da instrutora Lizandra Régia, da unidade Barra do Ceará, o Grand Prix antecipa o contato dos alunos com o ambiente produtivo. “Eles passam por uma imersão, entendem o que o mercado exige e começam a pensar em soluções que possam gerar resultados concretos”, destacou.
Entre os participantes, a expectativa também é de crescimento profissional. Aluno do curso técnico em Energias Renováveis, Arthur Herculano vê na iniciativa uma oportunidade de preparação para o futuro. “Estamos tendo contato direto com a indústria e desenvolvendo soluções. Isso faz diferença para quem quer crescer na área”, relatou.


















