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Cearense Reali completa 22 anos de trajetória e evolução no mercado imobiliário

Magnus Nogueira, diretor; Ladislau Nogueira, CEO e fundador; e Adriano Alves, diretor comercial da Reali. Foto: Divulgação.

Indo além da pura venda de imóveis, a cearense Reali vem se destacando no mercado imobiliário em razão da fácil adaptação e atenção às mudanças no setor. Com 22 anos de trajetória, completos agora em abril, a empresa teve um início com percalços e dificuldades, superados com resiliência e muito trabalho duro.

O CEO e fundador da Reali, Ladislau Nogueira, conversou com o Conexão 085 para resgatar essa história. Ele tinha apenas 26 anos quando, em uma sala de 30m² no Shopping Aldeota, começou a descobrir o que era empreender no ramo dos imóveis. Saindo do zero, foi aprendendo aos poucos as manhas do mercado de aluguéis, foco da atuação da empresa do início, em 2000, até 2006.

“Era um negócio bom, mas nada fácil de fazer. Os desafios eram diversos, e a operação exigia mais do que podíamos entregar aos proprietários. Bancar aluguéis exige um caixa forte e a gente não estava 100% preparado para isso. Após alguns tombos, resolvemos mudar nosso core business, saindo do aluguel para a compra e venda de imóveis usados. Admiro muito quem opera e é bem sucedido na locação”, explica.

Foi então que tudo começou a acontecer muito rápido para a Reali. Ladislau percebeu que para ganhar espaço precisava se expor e investir em novas áreas, como os imóveis em lançamento. “Fomos ganhando mercado nos usados, mas percebi que as imobiliárias que estavam próximo das construtoras, nos plantões de venda, tinham mais reputação e acesso a clientes. Então, bati na porta de cada construtora, peguei os folders, estudei os produtos e o mercado a fundo, e fui pedir para participar daqueles plantões”, relembra.

“Como recebi muitos nãos no início, fiz a seguinte pergunta: o que preciso fazer para trabalhar com vocês? A resposta foi dura e direta: nos venda um terreno ou performe melhor do que os outros. Entendi o recado, e fui fazer o dever de casa. Conseguimos negociar alguns terrenos e performar bem em alguns empreendimentos, chamando a atenção dos incorporadores, algo que marcou uma nova mudança na empresa”, completa Ladislau.

Nesse momento aconteceu o segundo turnaround da Reali, que colocou os lançamentos imobiliários como core principal, mas seguiu operando de forma especial com os imóveis usados, até porque os seguimentos coexistem. Com uma boa estratégia de vendas e muito trabalho, logo a empresa se tornou um dos principais nomes do setor imobiliário de Fortaleza.

Reali Mega Store

Em 2015, veio a realização de um grande sonho: a Reali Mega Store em Fortaleza. Em local privilegiado, na Av. Desembargador Moreira, foi criado um ambiente com foco na praticidade e conveniência, reunindo em um só lugar não só empreendimentos das melhores construtoras, como também amplo portfólio de imóveis novos prontos e usados.

O local também foi pensado com o diferencial de oferecer total apoio aos clientes com relação a documentação, acesso a bancos e serviços de crédito, e parcerias com lojas de móveis. “Um serviço imobiliário exclusivo e personalizado aos nossos clientes no antes, durante e depois da compra e venda do imóvel”, detalha o CEO.

Ladislau relembra que, na época da abertura da Mega Store, falar de imóvel “era como falar palavrão”, brinca. O país passava por um período de crise política e econômica, com a taxa Selic a 14,25% e falta de dinheiro para empréstimo no mercado. “Mesmo assim a gente não tinha o que fazer, tinha que ir pra frente e não podia voltar, foi quando olhamos para essa crise com olhos de oportunidade”, reforça.

Segundo o CEO, em um momento em que diversas empresas de Fortaleza sentiam o impacto da crise, a Reali agiu com a estratégia certa para aquele cenário, ganhando relevância e preenchendo os vazios deixados no mercado. Apesar disso, Ladislau admite que foi um erro acreditar que as vendas iriam explodir na nova sede. Com a onda dos distratos, o desemprego em alta e a confiança do consumidor e do empresário em baixa, aconteceu o oposto.

“Naquele momento percebemos que estávamos no olho do furação da maior crise econômica do país. Mesmo assim, com muito trabalho e disciplina conseguimos sustentar o volume de negócios que tínhamos em 2014, e foi passando, 2015, 2016, 2017, 2018… Nesse período desafiador tivemos nosso maior ganho, o share no mercado, isso passou a ser nosso foco, que sustentamos até hoje”, relembra o empresário.

Já de olho nos próximos passos, a Reali se prepara para mais um turnaround. “Estamos planejando um grande anúncio em breve, que promete movimentar bastante o mercado, e que está diretamente ligado aos nossos objetivos de modernizar a empresa e colocar o Ceará cada vez mais no mapa do mercado imobiliário nacional e internacional”, antecipa.

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