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Festival Varilux de Cinema Francês anuncia as datas de sua edição presencial de 2021

A 12ª edição do Festival Varilux de Cinema Francês já está confirmada nas salas de cinemas de todo Brasil, de 25 de novembro a 8 de dezembro. Voltando ao formato presencial, o festival contará com filmes inéditos e recentes da filmografia francesa. A lista de cidades e cinemas participantes estará em breve no site do festival, www.variluxcinefrances.com/2021.

Consolidado como o maior evento de filmes franceses fora da França, e somando mais de um milhão de espectadores em todo país desde sua criação, o Festival Varilux realizou nos últimos 11 anos cerca de 35 mil sessões.

O evento contará com drama, romance, comédia, animação e documentário. A programação será composta por dois clássicos e 17 longas-metragens inéditos e recentes, entre premiados e participantes de festivais internacionais.

O Festival Varilux de Cinema Francês é realizado pela produtora Bonfilm e tem como patrocinador principal a Essilor/Varilux, além do Ministério do Turismo, Secretaria especial da Cultura, o Governo do Estado do Rio de Janeiro, Secretaria de Cultura e Economia Criativa e a Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, Secretaria Municipal de Cultura.

Outros parceiros importantes são as unidades das Alianças Francesas em todo Brasil, a Embaixada da França no Brasil, as empresas Club Med, Air France, Fairmont e Ingresso.com, as distribuidoras dos filmes desta edição Bonfilm, California Filmes, Diamond Films, Mares Filmes, PlayArte, Synapse e Vitrine Filmes, e os exibidores de cinema independente/de arte e as grandes redes de cinema comercial.

Veja a lista de filmes inéditos da programação 2021:

  • “@Arthur Rambo – Ódio nas Redes”, de Laurent Cantet;
  • “Adeus Idiotas”, de Albert Dupontel;
  • “A Travessia”, de Florence Miaihe;
  • “Caixa Preta”, de Yann Gozlan;
  • “Delicioso: da Cozinha para o mundo”, de Eric Besnard;
  • “Enquanto Vivo”, de Emmanuelle Bercot;
  • “Ilusões Perdidas”, de Xavier Giannoli;
  • “Um Intruso no Porão”, de Philippe Le Guay;
  • “Nosso Planeta, Nosso Legado”, de Yann Arthus-Bertrand;
  • “Paris, 13 Distrito”, de Jacques Audaiard;
  • “Madrugada em Paris”, de Elie Wajeman;
  • “Mentes Extraordinárias”, de Bernard Campan e Alexandre Jollien;
  • “Está Tudo Bem”, de François Ozon;
  • “Titane”, de Julia Ducournau;
  • “Tralala”, de Arnaud e Jean Marie Larrieu;
  • “Um Conto de Amor e Desejo”, de Leyla Bouzid;
  • “Uma pequena lição de amor”, de Eve Deboise.

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