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Mercado Imobiliário e arte por Totonho Laprovitera

Foto: Ricardo Damito
Foto: Ricardo Damito
Foto: Ricardo Damito

Antes de tudo, arquitetura é uma forma de arte.

Desde os mais remotos tempos, a expressão artística tem sido parte da vida humana e as edificações são reflexos dessa capacidade criadora. Desde a pré-história, com suas inscrições e pinturas rupestres nas cavernas, o ser humano sente e convive com a necessidade de gerar lugares com significados. A evolução das edificações reflete a sociedade e destaca a arquitetura como expressão cultural e social. Na busca pela harmonia entre forma e função, a arte está cada vez mais conectada ao mercado imobiliário, onde a inovação arquitetônica atrai investidores. Historicamente, a arquitetura desempenha importante papel no desenvolvimento econômico à medida que as cidades se expandem.

Hoje em dia, a arte pode cumprir papel expressivo no mercado imobiliário, evidenciando a importância contínua dessa relação, com sua extraordinária forma de expressão a transcender barreiras culturais e linguísticas. Em síntese, na interface entre arquitetura, arte e mercado imobiliário, destaca-se a criatividade como influente e positiva inovação ao valor e à atratividade dos bens imóveis.

A ideia de adicionar peças artísticas como valor agregado na produção imobiliária tem se espalhado pelo mundo. A integração da arte na arquitetura permite a inclusão de elementos esculturais nas fachadas ou murais, tornando-os parte do edifício. Parcerias entre fundos de investimento, construtores, projetistas e artistas resultam em obras exclusivas que tornam o empreendimento único.

Ao apresentar possibilidades de promoção e comercialização diferenciadas, a presença da arte pode e deve ser usada para atrair compradores que valorizam a qualidade de vida. Em cenário inspirador, ao gerar impacto social e cultural, a arte cria espaços mais humanizados, dá identidade e personalidade ao imóvel. A instalação de obras de arte em empreendimentos imobiliários requer cuidados para tornar a operação acessível aos clientes. Isso pode ser feito com orçamento adequado, negociações com artistas locais, divisão de custos entre unidades, financiamento coletivo ou incentivos culturais. Encontrar equilíbrio entre valor e realização é básico para o sucesso dessa iniciativa no segmento imobiliário.

Minha visão como artista, arquiteto e urbanista ressalta a importância de resultados críveis ao incorporar obras de arte em projetos. Isso enriquece os empreendimentos com valor econômico, cultural e artístico, enquanto preserva a liberdade de escolha entre as partes envolvidas. Enfim, contar com arte e artistas no contexto imobiliário pode enriquecer em muito a concepção e o resultado dos empreendimentos imobiliários.

 

Por Totonho Laprovitera

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