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Uece recebe patente por invenção de produto fitoterápico para cicatrização

Foto: Ascom Uece
Foto: Ascom Uece
Foto: Ascom Uece

A Universidade Estadual do Ceará (Uece) obteve do Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), no último dia 18, a aprovação de sua segunda carta-patente: um produto do ramo farmacêutico.

Trata-se de uma nova formulação à base de produto fitoterápico para o tratamento de lesões dermatológicas, a partir de extratos enriquecidos de polissacarídeos obtidos da casca do caule da planta caesalpinia ferrea, conhecida popularmente como jucá e pau-ferro.

Preferencialmente na forma de pomada, a invenção pode ser usada no tratamento de lesões dermatológicas em pacientes gerais, diabéticos ou que tenham outras doenças que dificultam o processo de cicatrização de feridas.

A invenção é das professoras Ana Maria Sampaio Assreuy, Maria Gonçalves Pereira, Said Gonçalves da Cruz Fonseca e Lívia de Paulo Pereira. O produto já passou por fase pré-clínica, ou seja, por testes em laboratório.

“A pomada foi testada para verificar o seu poder cicatrizante, mostrando-se capaz de acelerar e antecipar o tempo para cicatrizar as feridas”, destaca a professora e inventora Maria Gonçalves. A pesquisadora e sua equipe já planejam os próximos passos.

“Buscaremos parcerias com empresas interessadas em investir na produção dessa pomada e na continuidade dos estudos clínicos [testes em humanos], bem como buscar verbas junto às instituições de fomento no âmbito federal e estadual”, informou Maria Gonçalves.

Importante conquista

Essa é a segunda aprovação de patente da Uece, em menos de dois anos. A primeira carta-patente da instituição foi recebida em 2021, após oito anos de seu depósito. A aprovação da segunda patente levou menos de cinco anos.

Para o reitor da Uece, professor Hidelbrando Soares, “essa conquista é mais um indicativo da firmeza com que a Uece vem trilhando esse caminho de consolidação de sua maturidade acadêmico-científica e da robustez de sua atuação na produção científica e tecnológica.”

O gestor destaca, ainda, que “o que é produzido na Universidade é entregue à população cearense e brasileira para seu benefício, já que, aqui, produzimos ciência e fortalecemos nossa relação com a indústria, com foco no serviço qualificado que prestamos, historicamente, à sociedade. Estamos muito orgulhosos dessa conquista!”

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