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Som imersivo: confira a última tecnologia de cinema em casa e nos celulares

Com sistema que promete entregar ao consumidor uma experiência ainda mais envolvente, a tecnologia Atmos oferece uma sensação mais envolvente, com o som percorrendo o eixo horizontal e vertical, como se o som viesse da própria atmosfera.

Mesmo com o som imersivo presente nos cinemas há décadas, a Dolby parecia ter chegado ao limite no quesito tecnologia com suas caixas frontais, laterais e traseiras que cercava o público. Entretanto, o desafio era fazer com que o som passasse de alto-falante em alto-falante, proporcionando uma sensação de deslocamento inédita, além de conseguir que pairasse sobre a cabeça dos espectadores. A Dolby alcançou os dois objetivos, lançando, em 2012, a tecnologia imersiva que opera nos eixos horizontal e vertical do ouvinte, cercando-o como se ele estivesse em uma redoma.

Hoje é dia, é possível encontrar mais de 6000 salas de cinemas equipadas com Atmos, inclusive no Brasil. Existem alguns televisores e barras de sons que já trazem também a tecnologia embutida e podem ser adquiriras pela internet.

Com o objetivo de aumentar a oferta de conteúdos, que ainda é escasso, a Dolby e a Universal Music uniram-se em 2017 para montar salas de gravação e mixagem Atmos. Clássicos como Rocket Man, de Elton John, e Sgt. Pepper’s, dos Beatles, já passaram pelo processo de remixagem, que equivale a uma cirurgia de separação e reorganização de instrumentos, sem a qual não seria possível que o ouvinte notasse alguma diferença. 

No momento, apenas duas plataformas de streaming oferecem conteúdo em Atmos: a Tidal — em smartphones com sistema Android e por fones de ouvido — e a Amazon Music, com saída de som só nas caixas Echo.

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