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UFC cria molho agridoce que atua como suprimento de nutrientes

Foto: Viktor Braga/UFC
Foto: Viktor Braga/UFC
Foto: Viktor Braga/UFC

Para unir a alta funcionalidade dos alimentos saudáveis à praticidade dos alimentos prontos para uso, a mais nova patente da Universidade Federal do Ceará (UFC) trata de um molho de sabor agridoce feito à base de frutas e hortaliças não convencionais.

A ideia é que, mesmo com a utilização de um produto mais conveniente e rápido, costumeiramente usado como acompanhamento para outros alimentos, haja um acréscimo de nutrientes necessários para o bom funcionamento do organismo.

O invento pertence ao Departamento de Engenharia de Alimentos da UFC e já conta com uma empresa do setor interessada no licenciamento do produto, segundo adianta a Profª Maria do Carmo Passos Rodrigues, que assina a carta patente como uma das inventoras.

Como funciona o molho

A invenção foca na utilização da polpa de frutas junto às chamadas hortaliças não convencionais, classificadas assim por terem distribuição limitada, restrita a determinadas localidades ou regiões.

Diferentemente de hortaliças convencionais (como batata, tomate, repolho etc.), as não convencionais não estão organizadas em cadeia produtiva comercial e, por isso, são desconhecidas e ignoradas pela maior parte da população.

Além de funcionar como alternativa para inclusão na alimentação dos nutrientes presentes em frutas e hortaliças, o molho desenvolvido na UFC traz outras vantagens.  A profª Tatiana de Oliveira Lemos, uma das inventoras, é docente da UFMA mas desenvolveu a pesquisa que resultou no invento durante pós-doutorado na UFC.

“Na formulação do molho, não é adicionado sal (cloreto de sódio) nem conservante. A ausência do sal colabora para a redução de sódio no produto. Já a não adição de conservante segue a tendência dos alimentos clean label, na qual um dos propósitos é a formulação de alimentos com menos ingredientes, dando preferência aos naturais”, acrescenta a docente.

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