O turismo corporativo manteve trajetória positiva no Brasil ao longo de 2025 e se consolidou como um dos principais motores da atividade turística nacional. Entre janeiro e novembro, o setor movimentou R$ 12,7 bilhões, segundo a Associação Brasileira de Agências de Viagens Corporativas (Abracorp).
Dentro desse cenário, o Nordeste ampliou sua participação no mercado de viagens de negócios e se posicionou como destino estratégico para eventos corporativos, feiras e convenções. Entre as capitais que concentram esse movimento está Fortaleza, capital do Ceará, citada entre os principais polos regionais do turismo de negócios.
Fortaleza integra liderança regional no turismo de negócios
Nos últimos anos, o Nordeste deixou de ser apenas um destino de lazer para assumir papel relevante no turismo corporativo e de eventos. Capitais como Fortaleza, Salvador e Recife seguem na liderança desse processo, impulsionadas pela malha aérea, pela rede hoteleira e pelos centros de convenções.
Além das capitais, outras cidades nordestinas passaram a integrar o circuito nacional de eventos, como João Pessoa, Campina Grande, Caruaru, Petrolina e Mossoró, ampliando a presença regional no segmento de viagens corporativas.
O avanço do setor está diretamente ligado ao desempenho do transporte aéreo, que concentrou mais da metade do faturamento do turismo corporativo em 2025, e ao crescimento da hotelaria, indicador de maior permanência e consumo nos destinos. Nesse contexto, Fortaleza se mantém como um dos principais pontos de apoio do turismo de negócios no Nordeste.
Impactos econômicos e expectativa para 2026
Além de movimentar a economia local, o turismo corporativo no Nordeste contribui para a geração de empregos, a profissionalização do setor e a descentralização dos grandes eventos, historicamente concentrados no eixo Sul-Sudeste. A interiorização dos encontros de negócios amplia a integração regional e fortalece a atividade em diferentes cidades.

















