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Quase 70% dos pacientes que usaram o Capacete Elmo não precisaram de intubação

O resultado prévio da pesquisa foi apresentado pelo idealizador do capacete, Marcelo Alcantara. Foto: Daniel Araújo.
O resultado prévio da pesquisa foi apresentado pelo idealizador do capacete, Marcelo Alcantara. Foto: Daniel Araújo.
O resultado prévio da pesquisa foi apresentado pelo idealizador do capacete, Marcelo Alcantara. Foto: Daniel Araújo.

De acordo com estudo desenvolvido pela Escola de Saúde Pública do Ceará (ESP/CE), 66% dos pacientes com Covid-19 que utilizaram o Capacete Elmo, dispositivo cearense de respiração assistida, não precisaram ser intubados.

Até o momento, a pesquisa ELMO Registry avaliou cerca de 1.570 prontuários de pessoas que ficaram internadas entre novembro de 2020 e novembro de 2021 em dois hospitais de Fortaleza.

O resultado prévio da análise, que segue em andamento até o fim de 2022, foi apresentado pelo superintendente da ESP/CE e idealizador do capacete, Marcelo Alcantara, durante o evento Gestão de Inovação do Capacete Elmo, na última quarta-feira (19).

“Dois terços dos pacientes não foram intubados. Isso é muita coisa, pois eram pessoas que estavam em estado grave. As taxas de intubação que levantamos de outros trabalhos chegam a 60%. Com o Elmo, nós reduzimos para 34%. Precisamos ainda ampliar a base de dados, mas esse resultado preliminar é bem positivo”, avaliou Alcantara.

Gestão de Inovação do Capacete Elmo

A expectativa do evento era reunir, pela primeira vez, todos os desenvolvedores do capacete Elmo em um único ambiente, após a pandemia, para promover um momento de convívio, troca de saberes e, acima de tudo, reconhecimento pela conquista coletiva.

O evento contou com a participação do secretário da Ciência, Tecnologia e Educação Superior do Ceará (Secitece), Carlos Décimo; do cientista-chefe de Ciência e Tecnologia, Antônio Gomes de Sousa Filho; do gerente de Tecnologia da Esmaltec, Rendex Ribeiro; e do diretor regional do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai Ceará), Paulo André Holanda.

Memorial do Elmo

Durante o encontro, o gerente de Pesquisa em Saúde da ESP/CE, Jadson Franco, apresentou a proposta do Memorial Itinerante do Elmo. A ideia é que a história do dispositivo, uma criação genuinamente cearense, seja exposta em todas as regiões do Ceará.

“A gente quer que essas histórias e vivências aqui compartilhadas saiam dos nossos muros e alcancem outros lugares nessas instituições envolvidas, de modo que a narrativa contada aqui hoje chegue a mais pessoas e ganhe o mundo”, refletiu o gestor.

“Queremos fazer algo inovador e interativo contando a história com todos os protótipos até a versão final do dispositivo, a Medalha da Abolição e os depoimentos de pacientes. Tudo isso em uma estrutura simples, mas que possa ser confortável e fácil de ser transportada”, complementou o superintendente Marcelo Alcantara.

Como encaminhamento, um grupo com todos os desenvolvedores e gestores da ESP/CE será formado para discutir a proposta. Uma prévia do memorial está disponível e aberta à visitação na praça da ESP/CE, na Avenida Antônio Justa, 3161, Meireles.

O Elmo foi criado em abril de 2020 a partir de uma força-tarefa público-privada entre ESP/CE, Fundação Cearense de Apoio ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico (Funcap), Secretaria da Saúde do Ceará (Sesa), Federação das Indústrias do Estado do Ceará (Fiec) – por meio do Senai Ceará –, Universidade de Fortaleza (Unifor), Universidade Federal do Ceará (UFC) e Esmaltec.

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