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Obras do Complexo Arapuá avançam em Jaguaruana

Foto: Divulgação
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Foto: Divulgação

Com previsão dos primeiros testes de energização para outubro de 2025, as obras de instalação do Complexo Fotovoltaico Arapuá seguem avançando no município de Jaguaruana, a cerca de 185 quilômetros de Fortaleza, na região do Vale do Jaguaribe. A construção do maior parque solar desenvolvido pela Kroma Energia já alcançou 23% de conclusão até abril deste ano.

Até o momento, 58,8% das estacas de sustentação, que são as bases para os componentes de uma usina de energia solar, já foram instalados, assim como 26,4% dos trackers, equipamentos que seguem o movimento do sol para otimizar a captação de energia. Além disso, 10,7% dos módulos fotovoltaicos, dispositivo responsável pela captura e conversão de energia da luz do sol em eletricidade, também já foram montados.

“Os números refletem o trabalho e a dedicação das equipes envolvidas na construção do complexo. Estamos trabalhando para garantir que Arapuá atenda às expectativas de produção de energia limpa e contribua significativamente para o desenvolvimento socioeconômico da região”, afirma o gerente de projetos da Kroma, Alexandre Guerra.

O início de toda a operação comercial do Complexo Arapuá está previsto para o primeiro trimestre de 2026. Com capacidade instalada de 247 MWp, a estimativa é de que sejam produzidos cerca de 537 GWh por ano, suficiente para abastecer mais de 290 mil residências. O parque contará com 388.800 módulos fotovoltaicos distribuídos em uma área de 460 hectares, o equivalente a 644 campos de futebol.

Antes do início das instalações, a Kroma Energia realizou a preparação do terreno na área designada para o Complexo Arapuá, seguindo rigorosamente as normas ambientais e obtendo as devidas licenças da Superintendência Estadual do Meio Ambiente (Semace). Essa etapa inicial foi fundamental para preparar o terreno e garantir o avanço das obras.

A construção do complexo está gerando empregos e renda para a população local, impulsionando a economia do município de Jaguaruana e seu entorno. O projeto deve gerar entre 800 e 1.000 empregos diretos e indiretos.

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