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Natal movimentará R$ 353 milhões no comércio de Fortaleza

De acordo com pesquisa da Fecomércio Ceará, 46,9% dos consumidores fortalezenses irão às compras natalinas neste ano. O resultado projeta um crescimento nominal de 10,8% sobre o mesmo levantamento na edição de 2019, mantendo o Natal como a data comemorativa mais importante para o varejo da Capital.

O perfil dos entrevistados que afirmou intenção de compras mostra predominância dos consumidores do sexo masculino (48,1%), com idade entre 21 e 35 anos (52,4%) e com renda familiar entre três e seis salários mínimos (70,7%). Destaca-se ainda que 46,6% dos entrevistados afirmaram que não irão às compras e 6,5% ainda não se definiram.

Semiduráveis lideram a intenção de compra

A Pesquisa sobre o Potencial de Consumo do Fortalezense para o Natal, realizada pelo Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento do Ceará da Fecomércio, confirma uma tendência inaugurada no período anterior à pandemia, de que o consumidor mostra preferência pelos bens de consumo semiduráveis.

Dos produtos que lideram a intenção de compras, os artigos de vestuário foram citados por 72,7% dos entrevistados. Já os brinquedos foram citados por 32%. Na terceira posição da lista dos produtos mais procurados, calçados, cintos e bolsas tiveram 27,0% de citação.

Os eletrônicos e eletrodomésticos, por sua vez, são mais procurados durante os períodos de promoções, como a Black Friday ou nas liquidações de início do ano, não se mostrando com citação relevante na intenção de compra para o Natal.

Comportamento do Consumidor

A compra de presentes deverá movimentar R$ 353 milhões no comércio varejista de Fortaleza, com uma média de gastos de R$ 427 por consumidor. A maior parte dos consumidores com intenção de compra, 59,5% dos que responderam afirmativamente à pesquisa, pretende comprar mais de três presentes, sugerindo atividade intensa no comércio varejista com a busca de presentes.

Quanto ao possível local de compra, destacam-se os shopping centers e centros comerciais (68,2%) e as lojas de rua (25,9%), mas também haverá procura nos supermercados e hipermercados (17,4%), comércio informal do Centro da cidade (15,6%), nas plataformas de comércio eletrônico na internet (13,2%) e lojas de departamentos (10,1%).

É fundamental, para a decisão de compra, a política de preços das lojas, pois o consumidor estará em busca de promoções (52,3% dos entrevistados citaram esse fator como relevante para decisão de compra), mas também estará atento à qualidade dos produtos (32,8%), o bom atendimento (19,4%) e a variedade de produtos (17,6%).

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