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Fóssil de pterossauro cearense é repatriado e chega a museu no Rio

Um fóssil de crânio de Pterossauro, descoberto na Bacia do Araripe, no Ceará, e que estava no Instituto Real Belga de Ciências Naturais, em Bruxelas, foi repatriado após negociações do Itamaraty e do Serviço Geológico do Brasil (CPRM). Com cerca de 120 milhões de anos, o fóssil retornou ao Brasil no último dia 6 de fevereiro e foi integrado ao acervo do Museu de Ciências da Terra, no Rio de Janeiro.

O Pterossauro faz parte da classe de répteis voadores que dominaram os céus durante a Era Mesozóica dos dinossauros, e ficará no Museu para conservação e futura exposição. A expectativa é que a peça já esteja à mostra para o público a partir de março.

O fóssil foi identificado por pesquisadores brasileiros em 2017, mas o curador do museu, paleontólogo Rafael Costa da Silva, afirma não saber há quanto tempo ele estava fora do Brasil. “Como estava de forma irregular, ilegal, junto com uma coleção particular, a gente não sabe quanto tempo ficou lá na Bélgica”.

Ele já foi incorporado à coleção do Museu de Ciências da Terra e deve fazer parte de uma exposição temporária especial que ocupará uma sala do equipamento e reunirá outros fósseis de pterossauros. A data da mostra deverá ser divulgada antes do carnaval. O museu atualmente se encontra fechado para obras.

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