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Forró é declarado patrimônio imaterial brasileiro pelo Iphan

Nesta quinta-feira (9), o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) declarou o forró como patrimônio imaterial brasileiro por unanimidade. A definição aconteceu durante na 99ª reunião extraordinária do Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural da entidade.

O ritmo também conquistou a categoria supergênero, por juntar ritmos e expressões musicais como o baião, o xote, o xaxado, o chamego, o miudinho, a quadrilha e o arrasta-pé.

O processo foi aberto em 2011 pela Associação Cultural Balaio do Nordeste, do estado da Paraíba. Em 2019, o Iphan começou uma pesquisa nos nove estados do Nordeste, e também no Distrito Federal, Espírito Santo, Rio de Janeiro e São Paulo buscando entender e identificar como se expressa o supergênero musical. Depois disso, o órgão iniciou pesquisa nos estados de Minas Gerais e Espírito Santo, com a identificação de festivais sobre a expressão musical.

O reconhecimento do forró como patrimônio imaterial do Brasil acontece a quatro dias do Dia do Forró, celebrado no dia 13 de dezembro. A data foi escolhida em razão do nascimento de Luiz Gonzaga, o Rei do Baião, em 13 de dezembro de 1912, maior representante do supergênero no país.

O Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural é composto por representantes de instituições públicas, privadas e da sociedade civil. A coordenação fica a cargo da presidente do Iphan, Larissa Peixoto.

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