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Estar entre amigos e familiares ajuda a atravessar emoções intensas do fim de ano, aponta psicóloga

Foto: Arquivo pessoal
Foto: Arquivo pessoal
Foto: Arquivo pessoal

O fim de ano costuma despertar emoções mais intensas nas pessoas. Segundo a psicóloga Silvia Chacon, esse período ativa diversos gatilhos emocionais por estar ligado ao fechamento de ciclos, às memórias afetivas, ao contato com a família e ao acúmulo do cansaço de todo o ano.

Ela explica que há uma pressão social para demonstrar que está tudo bem, que a pessoa está feliz e realizada. “Existe essa cobrança social de mostrar que está bem, que está realizado”, afirma. Nesse momento, o presente e as expectativas em relação ao futuro se encontram, o que gera um acúmulo de emoções.

Sobre os vínculos afetivos, Silvia Chacon destaca que eles funcionam como reguladores emocionais. De acordo com a psicóloga, essas relações ajudam a diminuir a sensação de frustração e auxiliam as pessoas a atravessarem momentos de dor, luto e desgaste emocional. “Os vínculos não eliminam a dor, mas ajudam a passar por essas dores”, pontua, ressaltando que eles são essenciais para a saúde mental.

A psicóloga afirma que estar acompanhado contribui para reduzir sentimentos como ansiedade, depressão e estresse nesse período. Isso acontece porque a convivência quebra o isolamento e ajuda a normalizar os sentimentos. “Quebra o isolamento da pessoa, normaliza os sentimentos e oferece um apoio concreto e simbólico”, explica. Segundo ela, os vínculos afetivos ajudam a regular o sistema emocional, reduzindo a intensidade da dor, mesmo que ela não deixe de existir.

Para quem não consegue estar perto da família, Silvia orienta que é importante fortalecer outros vínculos e cuidar do corpo e da rotina, como sono e alimentação, além de buscar momentos de prazer. Manter contato, mesmo que simbólico, por meio de mensagens ou chamadas, também é uma alternativa. “O essencial é não estar só emocionalmente, porque a presença afetiva pode existir mesmo sem a presença física”, destaca.

Ao falar sobre o encerramento do ano, a psicóloga reforça que não é necessário terminar esse período forte, feliz ou resolvido. Segundo Silvia Chacon, é possível fechar o ano cansado e, ainda assim, inteiro, já que muitas vezes o cansaço é resultado de tudo o que foi sustentado ao longo do caminho. Para ela, é importante permitir-se descansar sem culpa, reduzir as exigências e iniciar um novo ciclo de forma mais humana, sem a busca pela perfeição.

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