Somos um ecossistema de notícias, negócios e conexões.

Publicidade

MARQUISE INCORPORAÇÕES
DEEP – Topo
MOTA MACHADO – Topo
HOLANDA POR DULCE SILVEIRA – Topo
SHOPPING ALDEOTA – Topo
WR ENGENHARIA – Topo
MOURA DUBEUX
COLMEIA – CONSTRUTORA
SENAI – TOPO
CASA LINDA FLOR – TOPO
ICONE ELEVADORES – TOPO
BANNER SESI – TOPO
XAMPOO – TOPO
BENDITA PROMO – TOPO

Compartilhe:

E-commerce brasileiro fatura R$ 161 bi em 2021; Nordeste concentrou 15% das encomendas

E-commerce
Foto: Reprodução

O e-commerce brasileiro registrou um faturamento recorde em 2021. Foram mais de R$ 161 bilhões, um crescimento de 26,9% comparado ao ano anterior. O número de pedidos aumentou em 16,9% com mais de 353 milhões de entregas, segundo levantamento da Neotrust.

O ticket médio também registrou aumento, de 8,6% em 2021 em relação a 2020, atingindo R$ 455,00 por compra. As regiões de maior destaque são o Sudeste, que concentrou 62,3% das encomendas de 2021, e o Nordeste, com 15,1% das encomendas – o equivalente a 3,5 pontos percentuais a mais que em 2020 para a região.

As categorias com mais pedidos realizados durante o ano são: moda, beleza e perfumaria, e saúde, que apresentou crescimento de 87% no faturamento de venda de remédios pela internet em 2021. Celulares, eletrodomésticos e eletroeletrônicos foram os segmentos com maior faturamento em 2021.

Ainda de acordo com o levantamento, o cartão de crédito continua sendo o modo de pagamento preferencial dos brasileiros no e-commerce. Segundo a análise, 69,7% das compras foram feitas com cartão de crédito, 16,9% com boleto bancário, 11,1% com outras formas de pagamento (como wallet e cashback) e 2,3% via PIX.

Embora ainda sejam pouco expressivos, os pedidos pagos com PIX aumentaram em 2021: em janeiro representavam 1% entre todos os meios de pagamento e em dezembro atingiram 4%.

Projeção para 2022

Segundo projeção realizada pela Neotrust para 2022, a receita do e-commerce deve crescer cerca de 9%, atingindo um faturamento recorde de R$ 174 bilhões este ano. Apesar de ser uma alta positiva, a inflação, o dólar elevado e a projeção pessimista do PIB brasileiro são fatores que podem impactar negativamente a expansão do varejo online. A expectativa é que os pedidos pela internet aumentem em 8%, totalizando 379 milhões de compras.

A categoria que mais deve crescer é a de eletrônicos, em 21%; seguida de eletroportáteis, em 19%; de alimentos e bebidas, que deve subir 18%. Os segmentos de maior faturamento devem ser: telefonia (R$ 32,4 bi), eletrodomésticos (R$ 23,7 bi) e eletrônicos (R$ 18,6 bi).

Publicidade

GRUPO DE MÍDIA CEARÁ – Final
Mercadinhos São Luiz – lado
SENAI – LADO
CASA LINDA FLOR – MEIO

VEJA
TAMBÉM