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Cresce participação do polo metalmecânico na indústria cearense

GOVERNADOR CAMILO SANTANA VISITA A FABRICA DA TROLLER; TROLLER; FABRICA; INDUSTRIA; © CARLOS GIBAJA/GOVERNO DO CEARA;

Novo estudo de setores produtivos aponta que o Complexo Industrial Metalmecânico do Ceará (CMM) participou, em 2018, com 19,1% do faturamento da indústria de transformação local, se colocando como um dos complexos mais importantes da economia cearense.

Para fins de comparação, em 2014 essa participação era de apenas 9,2%. Os dados são da Diretoria de Estudos Econômicos (Diec) do Instituto de Pesquisa e Estratégia Econômica do Ceará (Ipece).

Segundo os números, a geração de empregos do polo metalmecânico corresponde a 8,8% das vagas do segmento, são 18,9 mil dos 214,5 mil da indústria de transformação. Além disso, possui 777 das 5.227 unidades produtivas do Estado, ou seja, 14,9%.

De acordo com o autor do estudo, o assessor técnico Eugênio Pacelli, os grandes empreendimentos implantados na região nos últimos anos, como os relacionados à siderurgia, biodiesel, energia eólica, automobilístico, refinaria de petróleo e gás, entre outros, representam uma boa oportunidade de negócios para as empresas que fornecem produtos de metal.

O Ceará, que já tem em operação a Companhia Siderúrgica do Pecém (CSP) na produção de aço bruto para exportação, tem fortes fatores de atração, como a vocação exportadora da ZPE acoplada ao terminal do Porto do Pecém, além da integração com a ferrovia Transnordestina, mostrando seu potencial logístico.

Com esses fatores, o Estado poderia atrair laminadoras de aços planos. Na avaliação do Ipece, a implantação de uma usina de laminados planos pode vir a fortalecer esse complexo na economia cearense.

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