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Ceará fecha acordo de cooperação para promover ações de incentivo ao setor mineral

Com duração de um ano, o projeto pretende identificar depósitos minerais em diversas regiões cearenses. Foto: Ascom CPRM.

O Governo do Ceará assinou, na última sexta-feira (6), um acordo de cooperação com o Serviço Geológico do Brasil (SGB-CPRM) para desenvolver o setor geoeconômico da região e consolidar a atuação do Estado no setor mineral.

A parceria prevê a realização do “Estudo Geoeconômico do Estado do Ceará”, que, por meio da catalogação de dados técnico-científicos, vai analisar as potencialidades do setor mineral cearense. Com duração de 12 meses, o projeto pretende identificar depósitos minerais em diversas regiões cearenses.

O projeto será realizado a partir de levantamentos em banco de dados do SGB-CPRM e pesquisas em empresas públicas e privadas que possam apoiar a construção de um panorama da mineração cearense.

A primeira etapa do plano, que deve durar seis meses, será destinada ao levantamento dos dados. Nos seis meses seguintes, será elaborado o informe técnico com todos os dados catalogados na primeira parte do projeto. Segundo o diretor de Geologia e Recursos Minerais, Marcio Remédio, a pesquisa será técnica, buscando identificar oportunidades de ocorrência de urânio e outros minerais no Ceará, como o fosfato em Santa Quitéria.

“Temos um projeto avançado na extração do Lítio, em Solonópole, devemos entregar o mapeamento ainda esse ano, e estamos trabalhando também no que chamamos na Província Grafita, nos municípios de Deputado Irapuan Pinheiro, Piquet Carneiro, Solonópole, Canindé e Itapiuna; pesquisas sobre granulados marinhos; e os incentivos ao já mencionado setor de pedras ornamentais, com um potencial para diversos depósitos do mineral”, explica.

Para o secretário de Desenvolvimento Econômico e Trabalho, Maia Júnior, acordos como esse elevam o Estado à posição de prioridade nas escolas de investimento das empresas privadas, dos mais diferentes setores. “De posse desse estudo geológico, nós vamos aprofundar esse trabalho com a validação quantitativa desses potenciais minerais no Ceará, isso definirá volumes e regiões beneficiadas, e que nos permite abrir uma fronteira nova, que é a mineração privada”, pontua.

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