O mercado de veículos novos teve um setembro de forte movimento no Brasil, com 509.686 unidades emplacadas no mês, o melhor resultado para setembro na série histórica da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). O volume representa alta de 8,32% em relação a setembro de 2025.
No Ceará, o destaque ficou com o BYD Dolphin Mini, que liderou as vendas de carros de passeio em setembro, com 417 unidades emplacadas. O resultado coloca o modelo elétrico à frente dos veículos a combustão no ranking estadual do segmento.
O segundo colocado entre os carros foi o Fiat Mobi, com 255 unidades. Na sequência aparecem o Haval H6, com 184, o Hyundai Creta, com 178, e o Volkswagen Tera, com 157 emplacamentos. O desempenho do Haval também chama atenção por colocar outro modelo eletrificado entre os três carros mais vendidos no Estado.
O cenário acompanha o avanço dos veículos eletrificados no mercado brasileiro. No ranking nacional de setembro, o Dolphin Mini também teve desempenho expressivo, com 9.385 unidades emplacadas, ficando na segunda posição entre os automóveis, atrás do Volkswagen Polo.
No mercado cearense, a liderança muda quando são considerados os demais tipos de veículos. Entre os comerciais leves, a Fiat Strada foi a mais vendida, com 479 unidades, seguida pela Toyota Hilux, com 112, e pela Fiat Toro, com 89.
Já entre as motocicletas, a liderança ficou novamente com a Honda CG 160, que registrou 3.132 emplacamentos no Ceará em setembro. A Honda NXR 160 apareceu na segunda colocação, com 2.157 unidades, enquanto a Honda Biz teve 1.531.
No cenário nacional, o mercado acumulou 4,23 milhões de veículos emplacados entre janeiro e setembro, alta de 14,41% sobre o mesmo período de 2025. Somente automóveis e comerciais leves somaram 268.721 unidades em setembro, crescimento de 16,16% na comparação anual.
O resultado do Ceará reforça, portanto, dois movimentos que vêm ganhando espaço no mercado automotivo em 2026: a presença crescente dos modelos eletrificados nos rankings de vendas de carros e a disputa cada vez mais acirrada entre marcas tradicionais e chinesas.




















