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Como diagnosticar e controlar os efeitos do lipedema em mulheres 50+

Foto: Reprodução/Instagram/@drarejanebelchior
Foto: Reprodução/Instagram/@drarejanebelchior
Foto: Reprodução/Instagram/@drarejanebelchior

Lipedema é uma condição que leva ao acúmulo de gordura, geralmente nas pernas, quadris e por vezes nos braços, poupando as mãos e os pés. Essa gordura costuma ser resistente a tratamentos convencionais, sendo mais comum em mulheres e pode ser confundido com obesidade, já que costuma ter distribuição de gordura na barriga.

Segundo a endocrinologista, Rejane Belchior, os primeiros sinais e sintomas do lipedema que mulheres com mais de 50 anos devem observar são: desproporção corporal caracterizada pelo acúmulo de gordura nas pernas e quadris em relação ao tronco; sensação de peso ou dor nas pernas; tendência a hematomas ao notar a aparição de manchas roxas no corpo com facilidade; pele mais sensível ao toque ou à pressão; e inchaço que aumenta ao longo do dia e melhora ao deitar.

O diagnóstico é clínico, baseado na história do paciente e no exame físico. Não há testes genéticos nem laboratoriais para ter diagnóstico da condição, apesar de haver uma predisposição genética.

Nesta condição, a genética desempenha um papel importante, já que o lipedema regularmente apresenta histórico familiar. No entanto, fatores ambientais, como estilo de vida sedentário e dieta inadequada, podem agravar os sintomas, embora não sejam a causa primária.

Em relação as melhores estratégias preventivas para evitar o agravamento do Lipedema, a doutora Rejane aconselha. “Manter um peso saudável, embora o lipedema não seja causado pela obesidade, adotar uma dieta anti-inflamatória rica em frutas, vegetais, proteínas magras e gorduras saudáveis, além disso é comprovado que dietas low-carb e cetogênica levam a melhora importante dos sintomas; praticar atividades físicas regulares para estimular a circulação, evitando atividades de alto impacto que podem piorar do inchaço ao longo do dia; usar meias de compressão para reduzir o inchaço e melhorar o conforto e evitar longos períodos de inatividade ou em pé” , ressalta a profissional.

A doutora também sugere dietas ou alimentos específicos para mulheres com lipedema. “Dieta rica em alimentos anti-inflamatórios, como frutas vermelhas, peixes ricos em ômega-3, salmão, sardinha, azeite de oliva, nozes e sementes. Alimentos integrais e ricos em fibras para melhorar o trânsito intestinal e reduzir inflamação”, revela Rejane, que também conta quais alimentados devem ser evitados para não agravar a condição como açúcares refinados; alimentos ultraprocessados e excesso de sal, que pode piorar a retenção de líquidos e bebidas alcoólicas em excesso e refrigerantes.

Os exercícios mais indicados para melhorar a circulação e ajudar no manejo do lipedema são: exercícios de baixo impacto, como caminhada, natação e ciclismo;
exercícios aquáticos, que reduzem o impacto e ajudam na drenagem linfática; alongamentos ou yoga para melhorar a mobilidade e aliviar a tensão muscular e
treinamento de força leve, que pode ser adaptado para prevenir sobrecarga.

 

 

 

 

 

 

 

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